O namorado da minha amiga arrombou o meu cuzinho

Fiquei toda arreganhada no sofá, observando ele beijar meus seios e ir descendo com a boca, passando pelo meu umbigo, beijando, lambendo. Ao chegar na altura da minha buceta ele pulou e foi para as minhas coxas, fazendo brincadeiras circulares com a língua. E eu já não estava aguentand

Oi a todos! Meu nome é Larissa, sou alta, morena, magra e tenho 26 anos. Também quero contar uma de minhas aventuras eróticas. Vou começar falando do meu namorado. Ele é uma pessoa incrível, atenciosa, educado e muito romântico.

Mas meu namorado, o Bruno, tem um defeito que considero o pior de todos: ele é um tédio na cama, quer fazer tudo com muito respeito, não faz nada para me surpreender, tem medo de me machucar e tal. Dessa forma, meus desejos de experimentar algo diferente no sexo fizeram com que eu iniciasse um relacionamento especial com o meu amigo Gustavo.

O Gustavo é estudante de Medicina e é um desses caras que a gente quer ficar perto o tempo todo. Eu o conheço há dois anos ou mais. Ele é muito divertido e sexualmente atrativo. E aqui começa o problema: ele é namorado da minha melhor amiga, a Francielly.

Um dia, depois de bebermos muito álcool, eu e o Gustavo caímos em tentação e descobri que com ele eu complementaria a minha relação morna com o Bruno. Assim, eu e o Gustavo, o namorado da minha melhor amiga, já somos amantes há quase um ano.

Nem ele nem eu queremos algo mais que isso. É só sexo casual mesmo, sem compromisso. Porém, quando chego no apartamento dele e a Francielly não está, nos atiramos um em cima do outro e transamos loucamente, muitas vezes ali mesmo, no sofá da sala.

Esta situação é realmente muito excitante, e talvez seja este medo de sermos descoberdos o que me provoca tanto tesão. Nunca imaginei que o sexo proibido fosse despertar em mim toda a excitação que ando sentindo ultimamente.

Minha história começa em um dia normal de fevereiro. Eram umas quatro da tarde quando fui até o apartamento do Gustavo pra falar "oi" pra ele, já que ele tinha acabado de chegar de uma viagem à casa de seus pais. A Francielly não estava por lá e ficamos conversando por várias horas, eu e o Gustavo, sobre as coisas que a gente tinha feito em nossas férias.

A noite chegou e estava tudo calmo. Como eu não tinha nada pra fazer em casa, decidi ficar mais tempo com ele. Logo decidimos comprar cervejas e ficamos bebendo e ouvindo música. Não demorou muito e o álcool nos deixou animados para contarmos coisas um ao outro que até então nunca tínhamos compartilhado.

Nem sei onde eu estava com a cabeça. A verdade é que contei ao Gustavo sobre a minha relação com o meu namorado e dos problemas que eu tinha com ele em relação ao sexo.
- Larissa, às vezes nós, homens, precisamos de um estímulo para realizar algumas coisas! - o Gustavo me falou tranquilamente.

- Eu sei, Gustavo!... mas já insinuei tantas coisas para o Bruno... mas parece que ele não entende, sabe?... ele quer ficar só no "arroz com feijão"... Nossaaaa!!!... isso me deixa muito chateada! - falei e continuamos conversando.

Depois de alguns minutos eu contei a ele uma história interessante que tinha acontecido comigo. Confessei que eu já tinha transado com três homens ao mesmo tempo, e que aquela experiência tinha sido realmente maravilhosa. Ele não falou nada, apenas ficou calado, me olhando, como se estivesse pensando "será que ela fez isso mesmo?!?".

Não aguentei e caí na gargalhada.
- É mentira, seu bobo!... estou brincando com você! - falei e dei um tapinha carinhoso no braço dele.
- Eu sabia que era, Larissa! Você não tem jeito de menina que faz esse tipo de coisa! - ele falou e começamos a rir.

- Vou no banheiro fazer xixi... espera aí! - falei rapidamente, de forma a não deixá-lo sem graça, e corri para o banheiro. Quando voltei ele estava todo esparramado no sofá. Me sentei ao seu lado e continuamos a beber e comentar sobre o filme que estava passando.

De repente olhei para ele e senti uma vontade louca de beijá-lo. Como ele é estudante de Medicina, aproveitei a situação e pensei em uma situação boba, mas que talvez me ajudaria. Coloquei uma de minhas mãos em um dos meus seios e olhei-o bem nos olhos.

- Gustavo... estou sentindo meu coração um pouco acelerado! - falei, toda manhosa.
- Sério?!? - ele arregalou os olhos.
- Sim... vem cá... veja como está! - falei e, gentilmente, segurei a mão dele e a coloquei em cima do meu seio, apertando levemente.

Ele ficou parado, me olhando calmamente, como se nada estivesse acontecendo.
- Ué... não sinto nada de diferente, Larissa! - ele falou finalmente.
- Pois eu estou sentindo, Gustavo... meu coração está batendo muito acelerado! - falei e coloquei a outra mão dele no outro seio. - Veja... não é possível que você não percebeu nada!

Nessa hora ele, com as duas mãos nos meus peitos, começou a massageá-los e a apertar. Fechei os olhos e curti um tesão delicioso. Em segundos ele me agarrou e me beijou loucamente, em um beijo molhado que fez minha buceta ficar completamente ensopada.

O Gustavo é um cara que tem muitas mulheres. Ele nunca está sozinho e sempre tem uma buceta pra ele meter. E nesse momento ele tinha a xoxota da minha amiga, e estava prestes a ter a minha também. E eu ia dar pra ele, já que ele me atraía muito e eu desejava saber como seria transar com um cara com muita experiência em sexo.

- Ohhhhhhhh... Gustavo... meu deussss... te quero tanto!! - falei entre gemidos quando ele tirou minha blusa lentamente e beijou meus ombros, roçando os lábios nas alças do meu sutiã. Que loucura! Não aguentei e tirei meu sutiã na hora, deixando os meus peitinhos totalmente expostos.

- Ahhhhhhh... chupaaaaaa... chupaaaaaaaa eles...! - gemi quando senti a boca dele nos biquinhos dos meus peitos, lambendo, chupando e dando mordidinhas. Eram sensações que eu não sentia há muito tempo. E ele não estava dando tempo pra eu processar aquilo. Enquanto chupava meus seios ele foi abrindo a minha calça e já enfiando a mão dentro da minha calcinha.

Seus toques suaves no meu corpo estavam me deixando muito excitada e arrepiada dos pés à cabeça. Com jeitinho ele tirou a minha calcinha, bem devagar, olhando fixamente para o meio das minhas pernas à medida que a minha xoxota ia sendo revelada. Que safado mais gostoso! Até hoje me lembro desses detalhes.

Fiquei toda arreganhada no sofá, observando ele beijar meus seios e ir descendo com a boca, passando pelo meu umbigo, beijando, lambendo. Ao chegar na altura da minha buceta ele pulou e foi para as minhas coxas, fazendo brincadeiras circulares com a língua. E eu já não estava aguentando mais.

- Meu deussssssss... o que é isso?!? - soltei um gritinho quando ele, sem nenhum aviso, deu uma bocada na minha buceta. Que beijo gostoso que o safado estava dando na minha perereca. Agarrei ele pelos cabelos com todas as minhas forças e esfreguei a cara dele na minha xoxota.

- Chupa, safadoooo... chupa essa buceta, seu taradooooooo... vou gozarrrr... você quer me fazer gozar, é?... nossaaaaaaa... chupaaaaaa... isssooooooo... sssssssssss... que delíciaaaaaa... Gustavooooooo...!! - falei o nome dele e gozei como uma desesperada, no exato momento que ele passava a ponta da língua bem na entradinha do meu cú.

Depois que gozei eu me atirei em cima dele. Empurrei ele sentado no sofá e comecei a tirar a sua roupa. Fui tirando a sua camiseta lentamente, ao mesmo tempo em que eu beijava seus mamilos, brincando com a minha língua em círculos ao redor deles. Ele gemia e pedia pra eu continuar.

Abri e tirei sua bermuda, sem pressa, junto com sua cueca. Nessa hora seu pau saltou pra fora, muito duro e cheio de veias salientes. Não era o tamanho todo que eu esperava, mas era bem maior que o pau do meu namorado.
- Ssssssssssss... que delícia, Larissa!!... chupa essa vara, chupa...!! - o Gustavo falou quando comecei a beijar a cabeça da rola dele.

Chupei a pica dele muito gostoso mesmo, enfiando quase tudo na minha boca, e depois beijando e lambendo suas bolas. O coitado gemia de prazer, com suas mãos na minha cabeça, fazendo pressão para que eu engolisse tudo.
- Você gosta, não gosta, seu safado? - perguntei rindo.

- S-s-simmm... que chupada gostosa, sua putinha linda...!! - ele falou entre gemidos. Pela minha cabeça passavam imagens do seu pau entrando na minha buceta úmida e pronta para recebê-lo dentro de mim. Que loucura!! E eu continuava chupando e acariciando seu saco. Em alguns momentos eu os colocava na minha boca e apertava, e o Gustava quase gritava de tanto prazer.

Me sentei ao lado dele no sofá e continuei masturbando-o, enquanto nossas bocas se encontravam novamente.
- Quero que você seja a mais puta de todas, Larissa... você quer? - ele me perguntou com a voz cheia de tesão. Suas palavras e o alcool produziram em meu corpo uma reação incrível. Desejei me rebaixar ao máximo. Desejei ser a prostituta mais barata.

Sentados lado a lado, ele me viu passar a mão na minha boca e enchê-la de saliva. Em seguida infiei meus dedos na minha xoxota.
- Me fode bem gostoso, Gustavo... fode a sua putinha safada! - falei pra ele, fazendo a maior cara de tarada.

Me deitei no sofá de pernas bem abertas e o Gustavo se ajeitou entre elas. Enquanto ele batia um punheta me olhando, eu continuava com os dedos dentro da minha buceta, deixando-a ainda mais melada.
- Não tira seus dedos do seu grelo, tá? - ele falou e resolvi obedecer.

Fiquei massageando meu clitóris e ele encaixou a cabeça da rola na entrada da minha grutinha toda babada.
- Aiiiiiiiii... Gustavoooooooooooo...!! - gemi quando o pau dele deslizou todinho pra dentro de mim. Senti o saco dele encostar no meu cuzinho e virei os olhos de tanto prazer.

- Fode, seu gostosoooooo... fode minha buceta sem dó, tá?... - falei e o agarrei com todas as minhas forças, com minhas pernas ao redor de sua cintura. Nossa! O pau dele entrava todo e sua pélvis batia no meu clitóris. Era a primeira vez que uma pica entrava todinha na minha buceta sem eu sentir qualquer dor.

Nossas bocas estavam grudadas em um beijo babado e cheio de paixão. Eu estava em extâse, experimentando um prazer que eu nunca tinha sentido antes.
- Larissa... essa sua buceta é gostosa demais, meu amor... quero que você seja a minha putinha... pra eu te comer o tempo todo... adoro essa sua xoxotinha apertada! - o safado falava e me deixava mais acesa.

As palavras que saiam da boca dele entravam na minha cabeça e me deixavam ainda mais louca de prazer. Por mim a gente ficava ali, naquele sofá, metendo por dias. E ele, cheio de experiência e malícia, começou a tirar o pau todo babado da minha buceta e passar ele nos meus seios, deixando-os melados da minha própria lubrificação.

Eu estava adorando aquilo. Ele colocava a pica entre meus seios e os apertava, fazendo uma espanhola deliciosa. De vez em quando o pau dele chegava até a minha boca e eu a abria, para abocanhar o pênis dele todinho. O pau dele saia todo babado da minha boca e ele o colocava de volta entre meus seios, deslizando suavemente.

Essas brincadeiras estavam me deixando a ponto de gritar pra ele me foder novamente, pra ele me penetrar bem fundo. Mas ele queria brincar mais, e eu acabei aceitando. Deslizamos para o carpete e fizemos um 69 super delicioso, com seu pau na minha boca e sua língua atrevida percorrendo toda a minha perereca.

- Ohhhhhhhhh... quer me fazer gozar, é? - tirei o pau dele da minha boca e soltei um gemido alto. O safado estava lambendo meu cú e enfiando dois dedos na minha xoxota. Que prazer mais intenso. Voltei a mamar na rola dele e senti a ponta de sua língua penetrar no meu cuzinho, entrando e saindo da minha argolinha apertada.

- Agora goza pra eu ver, minha safadinha linda! - ele falou e interrompemos o 69 de repente. - Quero ver como você toca siririca quando está sozinha!
Ficamos sentados no carpete um de frente para o outro, nos olhando nos olhos e nos marturbando. O Gustava punhetando seu pau e eu dedilhando minha buceta.

- Quer que eu goze pra você ver, seu safadinho? - falei com um sorriso nos lábios e senti meu fogo aumentar. Meu deusssss! Como é bom experimentar coisas novas. Meu corpo começou a se tremer todinho e eu gozei, pela primeira vez, me masturbando para um homem ver.

Quando minhas vistas clarearam novamente eu vi que o Gustavo tinha um sorriso de satisfação nos lábios.
- Vem chupar meu pau de novo, minha putinha linda! - ele falou e eu fui até ele engatinhando. Depois de beijar sua boca eu segurei sua pica e a enfiei todinha na minha boca.

Enquanto eu chupava ele não falava nada, apenas gemia deliciosamente e fazia carícias no meu rosto e cabelos. Eu queria que ele ejaculasse pra eu receber seu leite quentinho na minha boca. Mas ele ainda não estava satisfeito.
- Dá um voltinha pra eu ver essa sua bunda, Larissa! - ele me pediu gentilmente.

Girei meu corpo e fiquei de quatro, com a bunda virada para ele. Imaginei que ele ia ejacular nas minhas nádegas, mas não foi assim. Lentamente ele pegou uma de minhas mãos e a levou até o meu cú.

- Brinca com o seu cuzinho pra eu ver...! - ele me pediu e não esperei. Enfiei meu dedo no meu cú e senti que meu buraquinho estava ficando cada vez mais dilatado. Uma onda de arrepio percorreu meu corpo ao perceber que o Gustavo ia fazer sexo anal comigo, coisa que meu namorado sempre odiou.

- Está pronta, minha putinha safada?
- S-s-s-sim... faz bem devagar, tá? - falei e empinei minha bunda ao máximo. Ele veio e cuspiu bem na entradinha do meu ânus. Em seguida senti ele apoiando a cabeça do pau e fazendo um pouco de pressão. Meu esfíncter cedeu e a pica foi entrando lentamente.

- Ahhhhhhhhhh... deusssssss... que delícia, Gustavo... fode gostoso a minha bunda... fode, amorrrrrr... - falei pra ele, quase gritando.
O safado me segurou firme pela cintura e deu uma bombada bem forte e violenta. Nossaaaa!!! O pau dele estava tão fundo nas minhas entranhas que eu sentia como se fosse desmaiar de dor e prazer.

As mãos dele seguravam meus glúteos fortemente e os separavam, me deixando toda exposta. Meu cú estava totalmente dilatado e o pau dele entrava e saía sem nenhuma dificuldade. De vez em quando a pica saía quase toda e ele empurrava de uma só vez, expulsando o ar e fazendo aquele barulho de "plof" que nós, meninas, tanto odiamos.

- Está gostoso esse pau no seu cú, Larissa?... fala, minha safadinha... você gosta de dar essa sua bundinha, não gosta? - o tarado ficava falando enquanto metia sem dó no meu buraquinho. Meu deussss! Gritei de prazer e levei minha mão até o meu clitóris. O pau dele no meu ânus e meus dedos no meu grelo me levaram a um orgasmo incrível, me deixando até tonta.

Gozei tanto que perdi minhas forças e caí pra frente, com o Gustavo em cima de mim e seu pau engatado no meu cú. O safado não queria parar de meter, apesar das minhas reclamações de que eu já não aguentava mais. Meu rabo estava tão dilatado e aberto que as bolas dele entrariam se ele tentasse enfiá-las junto.

Finalmente ele deu sinal que já ia gozar. Me afastei para que ele não gozasse dentro do meu cú e fiquei de quatro na frente dele.
- Goza na minha boca... deixa eu beber sua porra... quero beber tudo... vem!! - falei e ele punhetou por uns 5 segundos. Os jatos de esperma sairam fortes, lambuzando todo o meu rosto.

- Bebe, sua putinha... chupa toda essa porra! - ele falou e abocanhei todo o esperma que consegui. Ainda fiquei chupando a cabeça da pica até sair as últimas gotinhas. O rosto dele era de uma felicidade indescritível. Em segundos estávamos deitados no carpete, abraçadinhos, tentando recuperar nosso fôlego. Dormimos assim.

Acordei pela manhã e fui para o banheiro tomar um banho. Meu corpo cheirava a suor e sexo da noite alucinante que passei metendo com o Gustavo. As imagens vieram nítidas na minha cabeça e imediatamente comecei a ficar excitada novamente.

Enquanto eu fazia xixi eu senti um desejo enorme de transar de novo. Peguei o chuveirinho e o direcionei para o meu grelo. Que delícia! A água golpeando o meu clitóris me deixou louca. Eu queria meter mais, eu queria o pau do Gustavo dentro de mim novamente.

Corri de volta para a sala e ele ainda estava estirado no carpete. Me abaixei ao seu lado e comecei a beijar e chupar seu pau. Não demorou muito e a pica estava dura como madeira, e ele acariciava minha cabeça e pedia pra eu não parar de chupar. Mas eu queria mesmo era dar pra ele de novo.

Me sentei em cima dele e soltei o meu peso, sentindo o pau entrar todinho na minha xoxota, deslizando e abrindo as minhas paredes vaginais.
- Me fode, seu safado... fode a sua amiga bem gostoso... a Francielle vai ter que dividir você comigo agora! - falei e ele apenas sorriu. Gozei no pau dele e fiquei presa a esse cara maravilhoso, que é meu amante até hoje.

Gostaram do meu relato? Me mandem comentários, tá? Quem sabe eu crie coragem e continue escrevendo. Beijos a todos.

 

Enviado por uma seguidora

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