Isabelle, ela apostou o cuzinho e perdeu.

Propus e ela simplesmente sentou em um degrau e abriu minha calça puxando meu quadril pra perto e enquanto o vibrador tremia em sua buceta


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Isabelle, ela apostou o cuzinho e perdeu.
Isabelle, ela apostou o cuzinho e perdeu.

– Eu vou comer seu cu hoje! – Eu disse num tom baixo de voz enquanto olhava pra ela desfilando com aquele vestido de saia rodada e cintura justa pela casa, expondo de modo bem sutil o tamanho de sua raba redonda e empinada.

– Não, você não vai! Não tenho coragem e você não é nem um pouco carinhoso. – Ela respondeu enquanto se aproximava, parando em minha frente que sentado no sofá encostava os lábios em sua barriga e passeava com as mãos por suas coxas brancas e roliças, alisando uma e depois a outra, com ambas as mãos e com carinho mais firme na face interna onde era mais macia e sensível.

– Eu vou… no final da noite você vai implorar pra isso. – Eu respondia a olhando de baixo enquanto meus dedos com cuidado dedilhavam sua buceta por cima do tecido rendado da calcinha e puxava de lado fazendo com que ela suspirasse e acariciasse meus cabelos.

– Vamos nos atrasar pra festa. – Ela reclamou baixo, soltando um gemido enquanto meu dedo indicador passeava entre seus lábios e deslizava sobre o grelo que em seguida foi apertado pelo polegar.

– Não, não vamos, não quero atrasar toda a diversão… – Com a destra em sua buceta a canhota guiava até ela um pequeno vibrador cor lilás que encaixava em sua vagina e cobra seus lábios buscando estimular por dentro e por cima do clitoris. Ela chegou a tentar protestar, mas quando cobri sua boceta ajeitando a calcinha sobre ela, ela parou de teimar, sabia que não tinha jeito, hoje ela iria ser torturada a noite toda.

O controle do touch era ativado por um pequeno triangulo azul que parecia o alarme de um caro com três botões nele, o de liga e desliga e o de aumentar e diminuir a velocidade que eram quatro, tremendo por dentro e por fora e sabia que a deixaria louca aquela noite em posse daquele pequeno aparelho de prazer e tortura.

Já no uber, sentados no banco de trás eu beijava seu pescoço com sussurros baixos – Se você gozar antes de sairmos da festa, hoje a noite o seu cu é meu. – Provoquei dando pequenos beijos arrastados em seu pescoço enquanto apertava o botão de ligar o touch, velocidade mínima, mas o suficiente pra fazer ela esfregar as coxas uma na outra como se algo a incomodasse e apertar os lábios maquiados com batom vermelho antes de me olhar com cara de ódio.

– Se eu não gozar, nunca mais você vai tocar nesse assunto! – Ela rebateu. Mas eu ia pegar pesado.

A empresa onde trabalhávamos ficava num puta prédio comercial na Berrini, uma agência organizada estilo google, confortável onde trabalhávamos como bem queríamos e era festa na empresa. Era uma deliciosa comemoração de fim de ano e todos estavam de branco, champanhe e cerveja a vontade, era o momento de xingarmos clientes pentelhos, era o momento de falar besteira e fazer besteira. Na empresa, Belle e eu quase não ficávamos próximos pra não chamar atenção, afinal de contas ela era amiga de minha ex, mas aquela noite eu não podia ficar longe dela já que o raio de alcance era apenas de dez metros do controle para o vibrador.

Eu fazia de pirraça, apertava primeiro mantinha o nível menor, mas aumentava para o quatro quando ela parava de responder alguma coisa a alguém só pra ver as pontadas que ela dava, quase pulando nos próprios pés e se contorcendo. Tinha vezes que ela chegava a suar quando eu mantinha na segunda velocidade e dava as pontadas para o terceiro ou quarto nível e me xingava entre os dentes pra não ouvirem, só me olhando e reclamando pra mim. Mas não perderia essa chance de nenhum modo.

O álcool entrava e a inibição saia e ela ficava menos envergonhada talvez, o que antes eram bochechas vermelhas tentando se conter agora era o rosto vermelho de arfados e o braço mordido pra conter gemidos causados pela incessante vibração dentro dela. Era lindo ver ela se apoiar ou beber rápido demais pra disfarçar as vibrações dentro de sua buceta e sobre seu grelo e cada vez que aumentava o ritmo, ela ficava mais maluca.

Em determinado momento ela estava sentada num sofá largo,com uma almofada no colo e as pernas inquietas ora batendo o pezinho no chão, hora esfregando as coxas e eu sorri ao parar na frente dela e estender a mão pra que me seguisse, pra que viesse comigo para a escada de incêndio do prédio vazio se não por duas empresas em andares completamente distantes e naquela escada não resisti em atacar seu pescoço com chupadas e aumentar o vibrador pra velocidade máxima enquanto ela gemia, enquanto na verdade ela implorava pra parar a aposta.

– Eles vão descobrir…. para vai. –

– Não vou parar… temos uma aposta. –

– Você não vai comer meu cu…você vai me arregaçar.

– Eu tiro o vibrador, se te comer aqui agora, na escada. – Propus e ela simplesmente sentou em um degrau e abriu minha calça puxando meu quadril pra perto e enquanto o vibrador tremia em sua buceta ela punhetava e babava meu caralho, cuspia nele espalhando bastante saliva antes de abocanhar naqueles lindos lábios carnudos que tinha. Ela tratava tão bem aquele caralho grosso que sempre que o chupava parecia venera-lo. Lambia, esfregava a língua dando pinceladas longas e demoradas, abocanhava a cabeça e deslizava até a base com cuidado pra não arranhar com os dentes e mesmo tomando tapa na cara ela não afastava a boca daquela pica.

– Vem, me fode. – Ela pediu e se virou de quatro suspendendo o vestido e revelando seu lindo rabo engolindo a calcinha, toda empinada com o vibrador na porta de sua buceta tremendo enquanto eu o desligava e chegava a descer mel quando o desencaixava e ainda assim um fio de baba ligava sua buceta ao brinquedo que fiz questão de entregar na mão dela enquanto encaixava o cacete grosso por entre seus lábios, invadindo aquele canal estreito demais por mais ensopado que estivesse e no fim gemia baixo apertando meu quadril ao dela e começando com aquele vai e vem de pica em sua buceta.

O barulho dos corpos se chocando chegava a ecoar no corredor oco da escadaria onde eu a fodia com força e sem a menor cerimônia e era selvagem, evitava tapas fortes pra não atrair atenção com os estralos em sua bunda, mas a apertava firme sempre que possível e seus lindos cabelos soltos em cachos eram enrolados a mão grande e puxava firme dando trancos de corpo contra o dela fazendo a pica inteira entrar só pra voltar a meter de novo.

Ela gostava de ser judiada, ela gostava do modo como eu a tratava na foda, era minha puta e ela se derretia quando eu tratava assim. Ela gozou, ela molhou todo meu caralho em meio a contrações que o mastigavam dentro de sua buceta e era lindo ver ela se tremer quando gozava, um orgasmo tímido que a deixava mole logo em seguida.

Ela se virou de novo e sentada na escada abocanhou meu caralho pulsante e me chupou até que eu gozasse em sua boca e fez questão de expor a boca cheia de porra antes de engolir e tudo e ir mamando gulosa para limpar qualquer resquício de mel de buceta que havia sobrado na pica e sempre com aquele sorriso lindo que ela tinha, marcando todo meu pau de batom vermelho. Era lindo ter ela ajoelhada ali com meu caralho na boca.

Peguei sua calcinha, guardei em meu bolso e fomos de volta pro andar da empresa terminar a festa.

A festa seguiu até pouco mais de uma da manhã, mas desde as onze e meia ela não usava mais aquele touch guardado em sua bolsa. Fomos pra casa dela, que mesmo sendo no mesmo prédio que o meu sempre tinha mais comida e mais bebida pra o after. No uber já começamos a nos pegar um pouco, alguns beijos, algumas apalpadas.

Quando entramos na casa dela fomos direto ao quarto, era camisa e sapato pra um lado, vestido pra outro e na cama eu amarrava suas mãos com minha gravata, a prendendo a cabeceira enquanto beijava seu pescoço, enquanto beijava os seios que ganhavam pequenas chupadas em torno das aréolas rosadas e lambidas nos bicos durinhos e o caralho buscava abrigo em sua buceta novamente quando ela abria as pernas e envolvia-as em minha cintura, me prendendo naquelas coxas grossas sabendo que eu não teria a menor dó de sua buceta e a pica entrava forte nela, os movimentos a empurravam pra cima e as mãos dela segurando a cabeceira mesmo de pulsos amarrados e minhas mãos em seu quadril a impedia de ir pra frente.

Vez ou outra a canhota alisava os seios, apertava a base macia e subia ao mamilo rosado só pra beliscar enquanto a destra segura seu pescoço e apertava, ela adorava ser asfixiada e eu adorava sufoca-la. Meu cacete deslizava pra dentro e recuava até restar apenas a cabecinha só pra meter de novo com força enquanto apertava sua garganta até ela ofegar e pedir ar sacudindo a cabeça, eu relaxava, mas voltava a apertar e era assim que fodia minha tão querida amiga e tão boa puta.

Ela sempre revirava os olhos quando estava gozando, sua boca carnuda e vermelha não se fechava, ela não conseguia, seus gemidos eram tímidos e suas pernas, suas coxas tremiam como se estivesse arrepiada ou como se tomasse um choque. Era tímido, não tinham gritos e gemidos escandalosos, mas era um lindo orgasmo.

– Eu ganhei a aposta… – Disse baixo e ela me olhava ofegante e sacode a cabeça.

– Não.. a gente combinou que…

– A gente combinou nada… eu disse que tiraria o vibrador se fodesse comigo, não que iriamos cancelar a aposta. E você gozou, gozou em meu caralho ajoelhada na escada com a cara no piso gelado. Agora eu quero meu prêmio. – Pedi, virando ela de bruços mesmo contra sua vontade, mesmo que ela reclamasse e se remexesse, mas eu era maior, mais forte, estava ali sentado sobre as coxas dela com sua bunda carnuda pra cima balançando de um lado pro outro numa tentativa em vão de me tirar de cima e apenas cuspi na mão e levei os dedos, o polegar lambuzado entre suas polpas branquinhas e após um tapa forte com a canhota fui deixando o dedo entrar devagar em seu cuzinho, só a pontinha enquanto ela reclamava baixo. – Não tá gostoso?

– Tá, mas seu pau vai machucar, vai me arregaçar.

– Não se você relaxar….– Insisti baixo, colocando e tirando a pontinha do polegar de seu cu e cuspia na mão de novo pra espalhar na cabeça inchada, lambuzada de mel e agora carregada de saliva antes de encostar a cabecinha em seu cuzinho e forçar.

Eu já escrevi aqui uma vez que eu não gosto de fazer anal, eu gosto de foder cu, existe diferença e Belle não estava ali comigo como namoradinha pra fazer anal, ela havia apostado o cu comigo aquela noite e amarrada não teria nada que ela pudesse fazer pra não levar no rabo.

A cabeça forçava as pregas, o quadril pesava devagar contra o dela e ela dava gritinhos baixos que eu não me importava. Ela pedia pra ir devagar, mas eu não estava indo com pressa alguma, ela pedia pra parar, mas sabia que eu não faria e ainda assim ela me olhava fazendo beicinho quando virava por cima do ombro e sacudia a bunda pra me atiçar. Ela sabia que iria ser fodida por trás, ela sabia que iria tomar no cu, ela só queria me enlouquecer com isso.

Sai de cima dela, sai da cama, afinal ela estava presa, não tinha muito o que fazer e na sala onde havia ficado minha jaqueta um sachê pequeno de ky que rasguei no dente ao voltar pro quarto e ver ela tentar se virar, meio de lado, meio de bruços e metade do sachê passei no dedo médio que deslizou por entre suas polpas e invadiu seu cu com dificuldade graças as trancadas que ela dava e a outra metade lambuzava no pau. Empurrava lubrificante pra dentro dela ao contornar suas pregas e enfiar um dedo, depois o dedo indicador também lambuzado ia junto, preparava aquele cuzinho ao som de gritos e gemidos até ter certeza que as pregas estavam laceadas e voltei pra cima dela lhe dando um tapa forte na bunda antes de encaixar o quadril sobre o seu e abrindo aquelas polpas guiar o cabeção rosado, brilhante de lubrificante pra seu cu que o engoliu com dificuldades.

Cu não se enfia de primeira, se acomoda. Eu apenas encaixei a cabeça que as próprias contrações dele foram me sugando pra dentro sem eu precisar forçar.

– Para, não, tá doendo. – Ela reclamava.

– A cabeça já foi, o resto é você quem tá engolindo, eu tô parado. – Provoquei, mesmo que eu movesse lentamente o quadril pra trás e pra frente, ela mesma empinava a bunda pra receber pica. Gritava, choramingava, mas empinava a bunda sabendo que não teria escolha se não aguentar tudo e aos poucos o caralho sumia inteiro dentro dela, quando digo aos poucos foram duas pequenas bombadas curtas onde entrava pouco, até a metade e recuava até a cabeça antes de socar tudo num único movimento ao ponto das bolas baterem em sua bunda avisando que não tinha mais o que enfiar.

Não precisava de travesseiro embaixo da barriga, ela mesmo se empinava, ela mesmo se empinava e mesmo com pequenos gritinhos finos, pequenos ai, ah ela rebolava, ela se empinava e rebolava jogando a bunda pra trás pra o caralho guloso que a fodia firme mesmo que devagar a principio. Eram sempre movimentos longos de tirar tudo e voltar a enfiar até o talo e eu pulsava tanto que parecia que iria explodir dentro dela que por outro lado se contraía tão gostoso que parecia sempre chupar meu caralho e eu gostava daquela sensação.

Eu não faço ideia de quanto tempo se passou, mas eu a fodia com força agora. Eu não faço ideia de quando eu parei de controlar e só me empolguei com os gritos e gemidos mas agora ela gemia e me olhando por cima do ombros pedia pra ser fodida e eu sem me controlar judiava, castigava aquele cu tão fechado, tão apertadinho que meu corpo ardia de desejo só pra continuar te fodendo.

– Fode… você queria tanto, agora fode e enche meu cu de porra, cretino. – Ela pedia. – Tá feliz por ter ganhado a aposta? Então se aproveita e come esse cu, canalha aproveitador.

Podia soar como ofensa as vezes, mais pra mim era o mais lindo canto de permissão para fazer o que quisesse com ela e enquanto a destra passava por baixo de seu corpo e os dedos iam de encontro ao seu grelo, a canhota segurava seus cabelos pra fazer com que ela se mantivesse me olhando, pra que eu pudesse continuar vendo seu rosto enquanto te fodia o cu com movimentos bruscos, brutos e gulosos e gemia baixo contra os lábios dela. – Eu quero gozar em seu cu e quero ver essa carinha de puta chorosa quando eu estiver jorrando dentro de ti. – Provoquei. Provoquei por que ela mesmo dolorida, mesmo de olhos inchados e pouco marejados rebolava e jogava a bunda pra trás pra me dar, mesmo sabendo que ficaria ardida, dolorida e sentando de lado ela se esforçava ao máximo pra satisfazer seu melhor amigo viciado em seu rabo e que há tanto o cobiçava. Eu provocava por que eu fodia seu cu sem a menor cerimônia e sua buceta se molhava em meus dedos anunciando que gozaria logo de tanto que estava molhada, mas eu gozei forte dentro dela, eu soquei todo o caralho que pulsando atolado em seu cu esguichou jatos grossos e quentes, eu gozei forte jorrando toda a porra que ela não tinha bebido na festa dentro de seu cuzinho recém inaugurado e ela gozou comigo, gozou em meus dedos enquanto dava o cu, gozou sabendo que satisfazia seu macho como uma boa puta que ela gostava de ser. Belle tinha um rabo tão apertado que só de piscar mantinha meu cacete duro e demorou pra eu tirar de dentro, ofegante em cima dela dando beijos e mordidas em sua pele clara ouvindo palavrões, xingamentos e ofensas baixas .

Quando finalmente ela sai de cima dela e tive a linda visão de seu rabo branquinho, passei com os dedos por cima de sua bunda, dei dois tapas enquanto ela se remexia pedindo pra que eu lhe soltasse. Seu cu rosado e fechado estava abertinho, vermelho escorrendo porra com as preguinhas inchadas se fechando aos poucos e eu sorria pra ela que me olhava por cima dos ombros.

– Você fica linda com o cu moldado ao meu pau. – Provoquei antes de lhe soltar do nó que prendia seus pulsos a cabeceira.

Fomos ao banho, ela reclamando a todo o tempo que estava com o rabo doendo e eu fui fazer alguma coisa pra comermos antes de dormir.

– Você podia ser um pouco mais carinhoso da próxima vez.

– Próxima vez, é? Então você gostou de dar o cu…

– Se você fizer por merecer de novo, quem sabe, mas só se prometer ser mais carinhoso…

– Se eu for mais carinhoso, você não vai gostar. Você gosta de mim por que eu te fodo com força. Qual seria a graça se eu fosse bonzinho.

– Eu te odeio, sabia? Amo seu pau, mas te odeio. – Ela me disse por fim antes de beijar meus lábios num curto selinho.

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