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Ensinando Sexo Selvagem para uma Casada Comportada (Parte 2)

Então depois da primeira vez que saímos conforme está contado na primeira parte desse conto a nossa amizade ficou mais afinada e nos tornamos bons confidentes daquilo que gostamos e do que não gostamos não só no sexo mas também em tudo mesmo, no geral, ficamos bem amigos eu conheci o esposo dela porque eles moram próximo da minha mãe e como eu sempre estava lá e quando via ele pela frente da casa ia lá puxar assunto com ele, eles frequentavam uma certa igreja me convidavam pra ir eu ia e tal’s, enfim, me tornei amigo de dentro da casa deles mesmo, vale lembrar que durante esse tempo não tive nenhum encontro digamos mais caliente com ela, mas como na vida o que vivemos jamais esquecemos e o desejo que sentimos um dia lá no passado pode um dia reascender, uns três meses depois da nossa primeira ida ao motel agora já bem próximo do marido dela, ela tinha feito amizade com minha mãe, minha mãe ia na casa deles, resumindo, éramos como uma só família.

Em um dia, pra falar a verdade já era na parte da tarde, umas quatorze horas em uma quarta feira ela tinha levado o filho à escola e na volta faz compras no supermercado e estava voltando pra casa com algumas sacolas e eu estava saindo de uma papelaria que tem na frente do supermercado perguntei a ela se aceitaria uma carona, ela suspirou e disse; “Você não faz ideia do quanto estava torcendo que alguém me oferecesse uma carona”, depois enquanto estávamos a caminho ela contou que o marido dela tinha viajado logo após o almoço para resolver uns assuntos na capital e possivelmente só voltaria a noite e com a carona ela ia poder chegar em casa mais cedo organizar as coisas pois teria que voltar pra buscar o filho na escola, então a carona daria um descanso as suas pernas, fomos conversando e logo chegamos.

Chegando na casa deles fui como bom cavalheiro ajudar ela a levar as sacolas até a porta pois ela teria que abrir o portão depois a porta então facilitaria pra ela, tudo isso sem segundas intensões (rsss), ela abriu a porta coloquei as sacolas sobre a mesa e ela muito educada agradeceu e perguntou se queria algo pra beber, um copo com agua, um copo de suco ou refrigerante, como estava muito calor falei que aceitaria um copo com agua então ela trouxe espécie de uma jarra com agua fresca e um copo e ela disse; “Senta enquanto eu guardo as compras”, então eu sentei tomei a agua e enquanto eu tomava a agua e ela ali andando pra lá e pra cá eu sei lá o que me deu me veio na mente as lembranças daquele primeiro encontro, a ida no motel e comecei a reparar no corpo dela, como o calor era forte ela estava vestida com uma saia que não sei de que tecido era mas nos movimentos que ela fazia agachando e levantando destacava o bumbum como a calcinha dela e a blusa era tipo umas que tem elástico na cintura e nas mangas, era de mangas curtas e com os movimentos que ela fazia destacava o sutiã e ela agachando e levantando aparecia as costas dela e também a barriga, tudo isso eu reparei em questão de segundos, quando me dei conta de onde estava e com quem estava me deu mais sede ainda, tomei mais um gole da agua, no momento me deu vontade de sair correndo, na verdade não queria trair a amizade do marido dela, afinal agora éramos amigos, mas não consegui, me senti preso aquela cadeira e a cena da mulher que estava a desfilar em minha frente, e como éramos muito amigos pensei; “Vou elogiar essa mulher, se ela só agradecer vou sair vou me dar por missão cumprida, se eu elogiar e ela reagir positivamente eu vou pra cima, se agir negativamente eu falo que só estava elogiando”, foi o que eu fiz, elogiei, dizendo; “Como você é bonita hem, estou aqui observando você, você é linda, queria falar outros adjetivos mas prefiro ficar calado (risos)”, ela respondeu rindo; “Pode falar não tem outra pessoa aqui e eu não vou ficar constrangida”, falei; “Putz, eu nunca vou esquecer aquela vez que fomos no motel, foi uma loucura e olhando você agora me voltou tudo na minha mente”; ela falou; “Então a gente nunca mais conversou sobre aquilo e como estamos aqui só nós vou ser bem sincera, eu adorei sabe, foi muito bom, eu até fiquei com vontade de repetir mas como você se tornou nosso amigo, amigo do meu marido eu fui deixando e acabou passando”.

Caraca, quando ela falou aquilo eu me arripei inteirinho me deu um trouxe sei lá o que que até ela reparou que eu agi de forma estranha (kkkk), ela perguntou; “O que aconteceu?”; eu respondi; “Sei lá, me deu um negócio quando você falou isso”, a gente riu muito, e entre as risadas ela se agacha perto de mim porque eu estava sentado e fala em francês; “Et si on revivait ça maintenant?, no momento eu não entendi, ai eu falei traduz isso ai, e em português; que tal a gente reviver aquilo agora?, eu olhei pra ela e perguntei; “Agora mesmo, e aqui na sua casa?, ela disse; “Sim, aqui e agora, você topa”?, falei; “Eu topo, mas tem que ser bem agora”, e naquele momento ela fechou a porta e em um impulso eu puxei ela pelo braço e sem falar nada fui beijando ela e colocando as mãos por dentro da blusa e fui tirando fazendo ela levantar os braços na sequencia desabotoei a saia que caiu pela lei da gravidade me arripei todinho por que ela estava ali na minha frente só de lingerie mas agora sentia também que ela estava bem mais afim que da primeira vez e no momento me pareceu bem mais experiente porque enquanto pensava isso ela já estava tirando minha camiseta e pediu pra eu ficar em pé e foi desabotoando minha bermuda que caiu e ela já no impulso tirou minha cueca e disse: “Vou retribuir hoje com um boquete o prazer que você me fez sentir aquele dia” e me fez sentar, ela ficou de joelhos na minha frente e foi logo fazendo um boquete muito gostoso cuspindo na cabeça do meu pau chupando, lambendo a cabecinha e engolindo tudo e eu com tudo isso soltava gemidos forçados e impulsionados pelas chupadas que ela dava, como não podíamos demorar ela me chupou por uns cinco minutos e enquanto ela me chupava eu desabotoei o sutiã dela e acariciava os mamilos que ficaram arrebitados, os seios dela ficaram duros de tesão, na sequencia eu me levantei e disse; “agora é a minha vez”, coloquei de pé tirei a calcinha dela, estávamos próximos da parede coloquei um pé dela sobre a cadeira ela se segurou na parede e o outro pé no chão abri as coxas dela e chupei ela em pé suguei aquela buceta gostosa, lizinha, quente e macia até ela em um gemido soltar um liquido gostoso na minha boca, ai então perguntei; “Quer que eu foda você ou quer só assim”?; ela disse ofegante;”Eu quero tudo”; me sentar na cadeira e sentou de frente na meu colo minha pika entrou gostoso naquela buceta gostosa que estava tão quente e molhada que engoliu minha pika de uma vez.

Ela sentou, rebolou a pika entrou todinha, encaixou, eu abracei ela puxei pra bem perto de mim e comecei a chupar aqueles peitos deliciosos, sugar aqueles mamilos e ela rebolando na minha pika, falei; “Que negócio sensacional viu, você que tá no comando”. Nossa aquela mulher rebolou tanto, quicou, depois ela virou de costas e veio sentando e eu ali só desfrutando daquele momento único, ela estava dessa vez muito mais safada e com muito mais pratica do que da primeira vez, mas eu precisava dominar também e vi que na sala tinha um tapete peguei ela no colo e coloquei delicadamente no tapete de quatro empinei o bumbum dela perguntei se eu poderia escolher aonde gozar ela disse que sim, então soquei muito na buceta depois cuspi no cuzinho esfreguei gozo da buceta e cuspi na cabeça da pika, empinei o bumbum dela e colocando devagar no cuzinho dela colocando e tirando pra alargar as pregas até que coloquei tudo dentro daquele cuzinho fazendo ela gemer ate de certa forma alto e soquei muito até gozar dentro do cuzinho dela e acabamos ali exaustos no tapete, nossa foi muito bom reviver aquilo tudo, foi maravilhoso foder aquela mulher de novo, me vesti e com muito cuidado pra ninguém me ver sai dali e dar o que falar porque na verdade eu estava adorando aquilo e queria que voltasse a repetir mais vezes, o que ela fez depois e o que aconteceu depois disso conto no próximo.

© Bernardo Lingam

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