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A sodomização da Juiza

A juíza Amanda estava possessa com seu filho Armandinho de quinze anos. Claro que nessa idade ela já esperava os tradicionais rompantes de um adolescente de família rica.

Mas encontrá-lo sentado no colo de outro adolescente, tendo o anus estufado pelo penis deste último, enfureceu Amanda de tal modo que, literalmente, ela queria “fuder com a vida de ambos”!

Assim, quando ela os flagrou na garagem foi no exato momento em que o filho gozava e quase que as cusparadas lhe alcançaram a barra da saia. Mas quando ele pulou fora do colo de Téo, os tiros deste alcançaram o colo e as palmas das mãos de Amanda!

– Seu canalha, está despedido! E voce, Armandinho, quero falar com voce em seu quarto, agora mesmo!

Téo era um estudante um universitário, que trabalhava como motorista durante o dia para a firma onde seu cunhado trabalhava. Nessas duas primeiras semanas, Téo ficou engajado com a família de dr. Alves, marido de dona Amanda, uma juíza.

O interessante desta história é que todos tinham segredos. Segredos sexuais que irão se desenrolar ao longo da história. Mas voltemos agora ao quarto de Armandinho onde sua mãe está de costas olhando pela janela com furor nos olhos.

– Como pode um homenzarrão como voce se portar como mulherzinha de outro! Voce é tão alto e forte como ele! O que passa pela sua cabeça, seu bestalhão! Voce não merece ser meu filho!

– Mas, mãe… mãezinha, eu não tenho culpa…

– Não tem culpa, o car… cacete! Voce saiu de minhas entranhas como homem, porra!

Armandinho se assusta com o destemperamento da mãe. Nunca ele a ouvira a dizer tais palavrões. Ela sempre fora discretíssima e quando falava, era sempre pausadamente e numa gramática corretíssima.

– Mãe, mãe, entenda, eu sou uma menina num corpo de homem!

– Menina… o cara…cacete! Voce vai estudar na Europa imediatamente! Eu ia te mandar só no final de ano. Mas, sei que mesmo despedindo Téo, voce vai atrás dele! Portanto vou avisar teu pai que voce viaja depois de amanhã! E estamos conversados!

Armandinho baixa a cabeça soluçando e só percebe que sua mãe saiu do quarto com a batida da porta. Como uma menininha, ele se joga na cama e chora desesperadamente.

Amanda fecha a porta de sua suíte e ao se caminhar para o banheiro percebe que tem algo estranho. No primeiro momento sua boca se escancara e seus olhos quase pulam das órbitas. Depois ela trinca os dentes e parte furiosa pra cima de Téo que está sentado com uma das pernas passada por cima do braço da poltrona e com o lap-top dela em cima do colo.

Calmamente, ele vira um pouco a cabeça e a encara com um cínico sorriso nos lábios, ao mesmo tempo em que vira o lap-top mostrando a tela para Amanda.

– Seu canalha filha da puta, o que voce está fazendo… O quê? O quê..quê… que isso?

A primeira imagem passa para segunda. Em ambas Amanda vê a si mesma sendo beijada por um homem grisalho.

– Dra Amanda, excelência! Pare onde está e faça exatamente o que eu mandar! Se não obedecer, basta eu clicar aqui e meu cunhado, teu marido e o teu garanhão vão receber estas fotos! Ah, também descobri o e-mail pessoal da mulher dele… que vem a ser tua tia!

Amanda sente quando um calafrio toma conta de seu corpo. É como se um ladrão tivesse roubado tudo que lhe pertencesse, sem nenhuma chance de reaver de volta.

– O que voce… o que… voce quer?

– Primeiro, que esqueça o que viu. Segundo, que por ora, essa viagem do Armandinho seja cancelada. Terceiro, e o mais importante, quero uma gratificação semanal e te foder de vez quando! Pra começar… agora!

– Olha… escuta… a coisa não isso que voce está pensando entre meu tio e eu. Quanto ao Armandinho… é melhor que ele saia daqui. Não sei como voce se envolveu com ele!

– Fui vitima de chantagem… como voce está sendo. Dra, não adianta falatório. Se eu não te fuder… é voce quem me fode, portanto… vai tirando a roupinha, vai!

– Não!

– Está bem!

E Amanda vê quando Téo aperta a tecla e a tela mostra os e-mails sendo enviados.

– Oh, não, não! Pare, Pare… por favor pare! Faça eles voltarem!

Amanda fica fora de si, não percebendo que ela está querendo impossível.

– Tira a roupa e eu mantenho minha palavra.

Então, Amanda se toca de que ela estava dizendo bobagens. E fica indignada, imaginando pra onde foram aqueles e-mails.

– Sei que voce se ligou agora, excelência! Mas voce fez este e-mails serem mandados pra mim! Coisa que eu não tinha ainda! Caso aconteça alguma coisa comigo… cedo ou tarde, vão descobrir tudo sobre voce e seu tio grisalhão! Bom, já chega!

Amanda agora não parece aquela mulher autoritária e sem coração de minutos atrás. Amedrontada ele vê Téo se aproximar e parar a sua frente. Olhando-a firme nos olhos, ele põe uma mão em um de seus ombros e faz virar-se.

Ela sente quando as duas mãos dele lhe acariciam por um momento as ancas e a cintura. Em seguida ele desce o zíper do vestido que vai até à altura do seu cocix.

As mãos dele voltam aos ombros, fazendo o tecido deslizar por eles.

Num último ato de rebeldia, Amanda cruza desajeitadamente os antebraços em cima dos seios, impedindo a descida do vestido. Ela percebe quando a mão direita dele lhe solta o ombro e sem qualquer aviso, a ardência de uma tapa é sentida em sua bela nádega. Antes que ela se recupere do susto, duas tapas se seguem com a mesma intensidade.

Soluçando lágrimas de raiva, Téo ouve quando Amanda se rende.

– Está… está bem! Pare! Não me bata mais! Deixa que me dispo!

Téo se afasta e começa a se despir também. Amanda, ainda de costas pra ele, rebola sensualmente, puxando o vestido pra baixo, não deixando de haver uma certa resistência ao passar pelos amplos quadris.

De súbito, ao levar as mãos às costas pra desabotoar o sutiã, a bela juíza sente um ardor a lhe percorrer o voluptuoso corpo. Algo que lhe foge ao controle está despertando sua libido de tal modo que ela não pode evitar se sentir excitada!

“Meu deus do céu, o que está acontecendo comigo? Que sensação estranha é esta que estou sentindo? Como pode esse fedelho me obrigar a tirar a roupa, me espancar e querer que eu faça amor com ele… querer…querer me foder!!”

Com as narinas dilatadas e a respiração pesada igual a uma fêmea no cio, Amanda tem que se controlar pra não demonstrar a tesão que está sentindo. Tendo o sutiã nas mãos ao longo do corpo, ela se vira fazendo os bojudos seios levemente tremerem.

A juíza não consegue disfarçar o espanto ao ver o jovem motorista já despido, sentado e com a esplendida rola sendo manipulado pelo próprio.

A escrachada atitude de Téo não diminui em nada a excitação que ela sente ao imaginar o imenso tarugo lhe preenchendo a vagina. Parece que agora ela conta com a ansiedade os segundos para que a imensa pica daquele fedelho sacana lhe penetre a vulva.

Por um momento lhe volta a mente, a imagem do corpo viril de seu filho subindo e descendo naquela maravilhosa rolona que está ali, agora, à sua frente. Ela aperta os olhos com aflição ao perceber que também a grossa rolona de seu filho aparece paralelamente com a de Téo.

Eram ambas quase do mesmo tamanho e grossura. Seus pensamentos eróticos não param de lhe avivar a imaginação, sendo que agora ela vê o tora de Téo penetrando no cu do filho e parecendo que é a mesma que aparece na virilha de Armandinho.

”Meu deus, meu deus! O que estou pensando? Pensando na rola de meu filho!! Isso é pecado, pecado! Eu não posso pensar nisso, não posso… não posso! E tudo culpa desse fedelho filha da puta! Me ajuda, meu deus, me ajuda! Faça com isso seja um sonho!”

Mas a mão em concha de Téo que lhe passa por trás coxa, faz Amanda voltar a crua realidade de que ela irá ser abusada sexualmente por um jovem chantagista com metade da idade dela!

Ele e a puxa gentilmente pra perto e com os dedos em cada lado das ancas, vai baixando lentamente a calcinha. Amanda não pode evitar o tremor que sente. Inesperadamente, ainda com a calcinha lhe encobrindo metade do xaninha, Téo lhe beija lá. Ao mesmo tempo que beija, ele aspira profundamente querendo sentir todo o perfume do sexo da bela mulher.

Amanda leva o punho a boca e solta um longo suspiro de excitação. Ela sabe que obedecerá a tudo que ele mandar agora. Mesmo assim ela tenta desesperadamente não demonstrar o quanto ela deseja acariciar aquela pirocona.

“Eu acho que até a beijava! Caramba, o que estou pensando? Isso é muito degradante!”

Mas, o pensamento não lhe sai da cabeça. “Talvez só um beijo!”, ela se justifica.

Mas, novamente vem a imagem de seu filho chupando, sugando com fervor a pica de Téo. Ela tenta e tenta resistir a curiosidade de saber qual o gosto de um membro masculino. “ Bom… boto só a cabeça dentro da boca. Só isso… nada mais!”, ela se conforta.

Neste momento, Amanda é despertada de seus devaneios quando o jovem motorista puxa a calcinha pro lado e sua língua dardeja por entre os lábios da xaninha como uma serpente nervosa.

Não se importando mais com a postura, Amanda coloca as duas mãos no alto da cabeça do jovem Téo e se abandona ao gozo que a língua dele lhe traz.

Duas coisas acontecem ao mesmo tempo. Amanda vai gozando e caindo por entre as pernas de Téo. Os seios dela batem e abraçam a rola dele ao mesmo tempo em que seus soluços descontrolados são abafados com o beijo que o jovem chantagista lhe dá.

Parece a Amanda que o êxtase não pára nunca, é um atrás do outro. O beijo na boca lhe enlouquece novamente e o latejar da piroca entre os seios a deixam inteiramente fora de si. Ela não entende como um garoto, que poderia ser seu filho, lhe despertar vontades tão luxuriosas. Ela gostava de trepar com o tio, devido aquela coisa de aluna e mestre, mas ele nunca tentou nem fez com ela praticasse as libertinagens que agora Téo estava lhe despertando.

“Oh, não, não! Téo vai fazer comigo a mesma coisa que ele fez com Armandinho! Oh meu deus, não permita isso! Eu não vou agüentar, não vou!”

Mas seu corpo não concorda com sua mente. Amanda desgruda os lábios da boca do jovem amante e timidamente encosta os mesmo na ponta da piroca, fazendo biquinho.

O excitamento cresce junto com o odor viril que o penis de Téo exala. Aquilo é como uma dose de coragem e com toda segurança a boca da bela juíza engole a glande avermelhada que já esteve agasalhada no cusinho do filho dela, minutos antes.

Apesar da vontade e do excitamento, Amanda é ainda uma amadora na arte de boquetear.

– Calma, calma, excelência! Vá devagar, vá chupando e engolindo até onde puder. E cuidado com os dentinhos! Assim… assssiiim! Depois o Armandinho pode te dar umas

aulas, bezerrinha!

Por uma fração de segundos, Amanda se indigna com que está escutando. Mas a imagem do filho, junto com ela chupando o páu de Téo não lhe sai do pensamento e ela começa a ter medo da própria luxuria. Até onde ela se permitiria, em nome do gozo, a ser abusada pervertidamente?

Téo nota a desinibição com que a adúltera juíza lhe chupa o cacete, parando de vez quando para tirá-lo da boca e lhe beijar o tronco, aspirando fortemente enquanto lhe passa a língua pelo saco.

Téo aproveita um desses momentos para lhe passar os dedos pelos lábios, deixando que Amanda os salive com a língua.

– Cospe aqui nos meus dois dedos, cuspe!

Amanda só vai saber o porque, quando Téo estica o braço até alcançar o rego das nádegas e depositar o cuspe com as pontas dos dedos no buraquinho de seu anus. Seu corpo treme ao ter certeza que aquela rolona que está em sua boca agora, em breve vai deslizar pra dentro de seu cusinho.

Isso deixa Amanda apreensiva, mas a curiosidade, reforçada por todo clima luxuriante, faz com que ela deseje que isso aconteça.

As primeiras falanges de dois dedos já lhe enchem o cusinho. A cabeça de Amanda esta inclinada pro lado, com a boca cheia do pênis de Téo que está inclinado pra frente, saboreando o boquete e o calor nas pontas dos dedos do cusinho da bela juíza sem juízo.

Neste exato momento, a porta se abre lentamente e um nervoso Armandinho entra de olhos fechados, parando quase perto deles. Falando, ele vai abrindo os olhos e não consegue dizer tudo o que tinha pra dizer.

– Mãezinha, por favor me escute! Não me faça… oqu… O quê é isto?

Amanda fica petrificada. Téo sente isso com o apertar do anus dela em seus dedos.

Ele é o primeiro a se recuperar do susto. E aproveitando que Armandinho também está perplexo e fora de si, ele ordena firmemente.

– Armando, tranque a porta e venha até aqui conhecer a nova Amanda… sua mãe!

Parece que a prova de fogo de Amanda está prestes a acontecer. Mas num surto de moralidade, ela tenta se levantar e fugir dali. Mas, uma mão de Téo em volta de sua cabeça e os dedos dele em seu cusinho, a deixam imobilizada.

Claro, que aquela atmosfera é inusitada pra Armandinho. Mas ele logo compreende a situação. Sua santa mãezinha está literalmente nas mãos de Téo.

“Bom… pelo menos os dedos dele estão!” – pensa o filho ao ver a mãe entalada daquele jeito que tanto ele próprio adora.

Como que hipnotizado, Armandinho tira a roupa. Ele se excita em saber que sua mãe não pode mais impedi-lo de ter a rola de Téo.

Com um safanão, Amanda se livra da mão que lhe segura a cabeça, mas não dos dedos em seu cusinho. É o suficiente para que ela veja seu filho a olhando embasbacadamente com a rola em todo seu esplendor.

O demônio da luxuria toma conta de Amanda novamente. Ela, ali, se sente como uma fêmea toda poderosa, tendo dois robustos caralhos a sua disposição.

Armandinho pela primeira vez sente tesão por uma mulher. E ela é justamente sua mãe! O que lhe excita mais é que ela é agora femêa do macho que ele deseja. Parece que o pensamento de mãe e filho se cruzam, concordando um com o outro.

Amanda, ajoelhada entre as pernas do macho de ambos e com o rosto virado olhando filho, esboça um sorriso de cumplicidade. Ela lhe dá uma piscadela e com toda a fleuma de uma rainha volta a chupar com elegância o soberbo tarugo musculoso de seu futuro macho

– Eu acho que a honra de deflorar teu cusinho deve ser dada ao teu filho, concorda?

– Plenamente. Manda ele vir me enrabar.

Escrito Por HelgaShagger

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Escrito por BernardoLingam

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A sodomização da Juiza II

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