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A sodomização da Juiza II

A juiza e o filhinho gay 2

A pressão que incomodava no tubo anal começa a se dissipar. Amanda, aos poucos vai soltando a respiração e conforme ela volta ao normal, seu cusinho vai se acostumando com a dilatação que a grossa rola do seu deflorador vai fazendo a medida que penetra até que a virilha dele encoste nas polpas da robusta bunda.

Ela solta um longo “Ah”, inclinando a cabeça pra trás tendo os olhos fechados e as sobrancelhas franzidas pois ainda não está totalmente acostumada com aquela invasão de seu cusinho.

Lentamente seu sodomizador vai deslizando a pirocona pra fora, até chegar a metade. Amanda prende a respiração novamente esperando novamente pelo incomodo da pressão em seu anus.

Mas, em vez disso, o sodomizador permanece parado como que apreciando as bojudas nádegas, passando a acariciá-las. As mãos dele apertam com suavidade, mas vigorosamente, as carnes daquela bundona formosa. Amanda percebe que essas caricias ajudam a relaxar e em segundos ela já está respirando normalmente, já se esquecendo dá invasão em seu cusinho.

As caricias agora chegam até abaixo das grossas coxas da bela mulher. As mãos do sodomizador são hábeis e e o efeito que os amassos que ele dá por toda aquela parte do corpo de Amanda é de alguém com tremenda experiência. Ela não pode evitar de murmurar ao mesmo tempo sente que aquela atmosfera luxuriosa envolve todo o seu corpo e a deixa inteiramente enlouquecida.

A sensação de entupimento no cusinho se torna agora, não incomoda, mas de imenso centro de sensações que ela não sabe definir, mas que faz com que ela deseje de repente que a torona se movimente, pra frente e pra trás, pra dentro e pra fora. Não importa, contanto que se movimente.

O macho colado às suas nádegas parece que lê os pensamentos dela. Isso demonstra a grande experiência que ele tem em comer um cusinho. Amanda sente a rolona dele ir lhe penetrando no mesmo momento que o corpo dele vai se inclinando até que o tórax dele se encoste às suas costas.

Apesar do intenso grau libidinoso de alguém lhe sodomizando, Amanda não pode deixar de sentir novamente o medo da invasão. Mas, seu enrabador parece que adivinhou e suavemente passa a esfregar os lábios pela nuca e pelo pescoço, lhe beijando calorosamente.

Aqueles beijos dão fortes calafrios em Amanda. Seu estado mental se altera de tal modo que a dor é esquecida, deixando somente os choques de prazer que irradiam das paredes de seu anus, pressionado pela musculosa rola que passa a deslizar suavemente, pra dentro e pra fora. Amanda se abandona completamente ao invasor do seu cusinho.

Aquele macho sabe o que faz. Seus movimentos não são mecânicos de entra e sai, mas em sintonia com os apertos que ele lhe dá em seus seios, coxas dele se esfregando nas dela e as leves mordidas e ruidosos chupões que ele lha dá em volta do pescoço e da nuca.

Amanda balança a cabeça de um lado pro outro, com a respiração descontrolada, os cabelos lhe cobrindo a face, sentindo desde da raiz do cabelo à ponta dos dedos dos pés, todo o prazer que nunca tinha sentindo antes. O macho não dá empurrões com a virilha em sua bunda, mas se esfrega e rebola em cima dela, fazendo nesse processo que a rolona seja como uma cobra viva dentro da rabinho dela.

Amanda passa a emitir gritinhos e a murmurar longamente, agora com o sorriso nos lábios. Seus olhos não estão fechados totalmente, deixando-se uma lamina esverdeada dentro deles. Suas sobrancelhas porém, não estão mais franzidas de dor e incomodo.

O macho passa a se movimentar e a lhe acariciar com mais vigor agora. Mas de repente, ele pára. Amanda fica estupefata por uns dois segundos e grita desvairadamente.

– Não pára! Não! Oh não, não! Não pára! Por favor, não pára… por favor, por favor…

– Não vou parar… mãezinha! Nunca vou parar! Tua bunda é fantástica, mamãe! Eu te amo, te amo! Voce tá gostando, tá? Eu estou fazendo direito? É assim que voce gosta? Me diz, me diz, mãezinha querida, me diz!

– Aaaahh… sim…sim… voce me surpreende! Voce me mata… me mata de prazer!

E antes que ele voltasse a se movimentar, foi Amanda que começou um frenético rebolado, engolindo toda a rola do filho com o cuzinho!

Por um momento Amanda se deu conta do tremendo pecado que estava cometendo! Seu filho! Seu filhinho que ainda não tinha quinze anos completos era seu fabuloso macho sodomizador!

“Meu deus… deus meu! Aonde cheguei?! O que aconteceu comigo? O que está acontecendo comigo?! Eu não sou assim… nunca fui assim! Ou sou?! Oh, não sei! Não sei! Sei que estou pecando! Que sou uma mãe devassa que está gozando com o membro do filho invadindo meu anus! Vou pagar por isso, eu sei… eu sei! Mas… mas agora, eu estou tendo essa sensação que vale qualquer castigo do mundo!”

– Mãe! Mãezinha! Voce tem que dar atenção ao Téo, também!

Por uma fração de segundo, todo a lembrança da última meia hora passa pela cabeça de Amanda.

Téo, a quem se filho se refere, descobriu que ela era amante de um tio. No primeiro minuto dessa meia hora em questão, Amanda tinha flagrado seu filho, Armandinho, sendo enrabado por Téo.

Amanda fez um breve escândalo e ameaçou mandar o filho morar no exterior e pretendia prejudicar em vários sentidos a vida de Téo.

Isso não seria difícil pra ela, pois Amanda era juíza. Ela podia facilmente usar da truculência policial em cima do enrabador de seu filhinho.

Foi aí que Téo revelou o que sabia dela. Ele tinha noção o quanto a juíza Amanda estava sobre seu controle agora. E como não podia deixar de ser, ele, em seus iniciados dezoito anos, teve como primeiro desejo a tesão pelo corpo da bela juíza. A cintura estreita que se alargava naquela robusta bunda, o fascinou desde do primeiro dia em que ele foi trabalhar como motorista da família.

Quinze minutos atrás, Amanda teve que obedecer aos desmandos daquele jovem com metade sua idade. Encurtando a história, Amanda estava nua e acocorada entre as pernas do jovem motorista, tentando não se engasgar com a rola descomunal que ela própria tentava engolir por inteira.

Foi quando Armandinho irrompeu na suíte e ficou embasbacado, primeiro ao ver sua mãezinha fazendo sexo oral com o macho que ele pensava que era só dele, e segundo por nunca ter imaginado que ela pudesse ter um corpo tão curvilíneo e sensual.

Téo tinha um sorriso cínico no rosto e dois dedos enfiados no anus da mãe dele, quando o convidou para entrar e fechar a porta. Em seguida, ele retirou os dedos do cusinho e trazendo a outra mão para perto da que já estava encima de uma das nádegas, fez uma espécie de alargamento da área onde o cusinho de sua mãezinha se localizava.

O rosa escuro das partes internas e enrugadas do anus era como a entrada do paraíso para Armandinho.

– É todo seu, Armandinho! – Foram as palavras de incentivo que Téo lhe disse.

Armandinho ficou tão fascinado pela exuberância das nádegas de sua mãe, que apesar de ser viadinho, uma inesperada tesão tomou conta dele.

Ele tinha consciência do que estava fazendo era errado e pervertido, mas ali, a visão exuberante dos músculos da bunda de sua mãe, levemente tremendo devido aos movimentos que ela fazia ao chupar o caralho de Téo, indicavam que qualquer castigo valeria a pena para possuir aquele cuzinho!

Armandinho estava decidido a mostrar à sua mãezinha o porque de ele adorar dar o cusinho, fazendo da mesma maneira com ela!

Lógico que o sacana do Téo o incentivou. Sua mãe, passado o susto inicial e nada podendo fazer contra, a não ser, obedecer ao que Téo ordenava, voltou a engolir a cabeçorra do cacete dele.

Aí está a resposta que tanto Amanda se perguntava como tinha chegado aquele ponto de perversão e incestuosa luxuria. Em questão de minutos ela tinha se tornado totalmente libertina e devassa, apesar de nunca ter sido assim com o homem que amava e que primeiro a tinha seduzido, seu tio João.

Amanda não podia imaginar mais nada que fosse maior do que aquela devassidão a que ela se subjugava.

– Vamos os dois gozar juntos no cuzinho de tua mãe, Armandinho!

O filho parou pra digerir melhor o que Téo estava propondo. A mãe apenas escutou, mas não tinha noção do que se tratava.

Amanda sentiu o alivio da pressão interna em seu anus ir sumindo junto com o estranho prazer que estava sentindo. A tora de Téo também sumiu do alcance de seus lábios.

Tonta, ela se viu guiada para a cama onde seu filho estava já deitado de costas e com o

imenso cacete brilhando de tão rígido.

Engatinhando, Amanda foi passando por cima do corpo do filho. Por um breve momento ela agasalhou o penis do filho entre os seios. A bela rola dele era um convite para que caísse de boca, mas Téo ordenou que ela se posicionasse de modo a sentar no cacete do filho.

Logo, os três estão empenhados numa dupla penetração. Amanda uivou feito uma loba quando sentiu a forte carga de pressão nas suas partes erógenas inferiores. Ela começava a ter um dos múltiplos orgasmos quando um vazio foi sentido de repente.

Téo tinha retirado a rola de dentro do cusinho dela e permanecia ajoelhado, observando os amplos glúteos tremendo a sua frente.

-Armandinho, faz tua mãezinha sentar com o cuzinho no teu páu!

“ O que… o que esse fedelho… está tramando? Será que existe baixeza maior do que esta que estou sendo submetida? Valha-me deus!”

Amanda teve um momentâneo orgasmo quando sentiu pela primeira vez o prazer de ir sentando e engolindo com o anus o caralho de seu filhinho. Seu berro animalesco só foi abafado quando Armandinho passou as duas mãos por trás de seu pescoço e a trouxe pra si.

Amanda se acabou de gozo por completo quando a língua de seu filho serpentou dentro de sua boca.

Sua bunda estava empinada devido a posição e a envernizada jeba de seu filho parecia uma imensa cobra que tentava se esconder no cusinho dela.

Armandinho se surpreendeu com o súbito aperto que o cusinho da mãe estava lhe dando. Ele sentiu que sua mãe ficou inerte por uns segundos.

Em seguida, Amanda descolou do beijo que estavam dando e ficou por uns breves momentos passando a língua, escorrendo saliva, pelos lábios dele.

A respiração dela se tornava cada vez mais acelerada. Mas ela se mantinha paralisada e Armandinho sentido sua rola cada vez mais apertada.

Sem que o filho esperasse, Amanda levantou bruscamente a cabeça, sem mover o resto do corpo e soltou um longo e alto berro. O berro era mistura de uivos, grito e choro.

Armandinho ficou apreensivo com as feições de sofrimento que sua mãe tinha no rosto. Mesmo assim, ela não parava de lhe apertar o caralho tal como um torniquete, mesmo sem se mover.

Aos poucos, Armandinho sente o corpo da mãe levando suaves empurrões. Ele percebe que é Téo que está por cima deles. Sua mãe parou de urrar e agora está só murmurando e balbuciando coisas sem nexo. Baba escorre de sua boca e Armandinho tenta aparar com a sua.

Sua bela mãe pára de emitir qualquer som e Armandinho vê quando as belas feições dela vão suavizando e um sorriso surgir em seus lábios.

Baixando a cabeça e com uma expressão de puro êxtase, que Armandinho entende como puro amor maternal, ela procura pelos lábios dele. Logo a língua dela está se enroscando na dele e Armandinho ainda saboreia os últimos vestígios do esperma de Téo que ficara em volta da boca de sua mãezinha.

Amanda está alegremente estarrecida consigo mesma. Aonde mais aquele canalha sedutor poderá levá-la? O fato é que ela não sente mais medo. Não existe mais pecado. Só êxtase, só luxuria, só uma agradável devassidão onde ela é o centro, na verdade, o meio de tudo!

Téo pode fazer o quiser com ela, não haverá mais limitações. Seu filho apesar de viadinho, se mostrou um macho de acabar com qualquer mulher. Com ela principalmente, que não poderá mais passar sem ele.

A felicidade dos extases que Amanda está sentido, transpira por seu poros e seu filho sente isso com o esfregar dos seios, da barriga, das coxas ao lado de seus quadris. A maravilhosa sensação de estar dentro do cusinho dela…

Então, Armandinho percebe que a extremo aperto do cuzinho de sua mãe em seu páu, é devido ao cacetão de Téo que também está no cusinho dela.

Amanda se treme toda quando seu filho embaixo de si começa a gozar. Ela se realiza porque ele sabe agora que ela é capaz de agasalhar com o cuzinho as toras de ambos ao mesmo tempo!

Escrito Por HelgaShagger

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Escrito por BernardoLingam

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Minha primeira experiência sexual

A sodomização da Juiza