A casada queria um “remember”

Então nos beijamos. Bianca estava excitada, me encarava com o olhar inebriado de tesão. Seu corpo procurava pelo meu, seus movimentos eram ansiosos. Suas mãos passeavam pelas minhas costas, braços, peito.


A casada queria um "remember"
A casada queria um "remember"

Olá, hoje cou contar sobre a Bianca, uma japonesa com quem eu saí algumas vezes mas que agora esta casada.

Bianca é baixinha, magrinha, de cabelos escuros, bucetinha apertada. Uma mulher tímida e discreta no dia a dia, mas que adora sexo como poucas que já conheci.

Eu e ela tivemos um caso alguns anos atrás, mas nos afastamos. Acredito que ela estava apaixonada por mim, mas optei por encerrar nossa breve relação. Ela ficou muito chateada pelo fora que levou, mas sossegou depois de um tempo.

Nas redes sociais, tomei conhecimento de que ela havia se casado. Já não nos falávamos havia um bom tempo, apenas acompanhei a tudo sem me manifestar.

Certa vez, alguns meses depois, eu estava caminhando pelo centro de São Paulo próximo ao escritório onde trabalho. Saí para almoçar em um restaurante da região e, na fila, fui surpreendido ao ver Bianca. Ela usava um vestidinho discreto e parecia distraída. Me aproximei e a abordei:

– Oi, como você está?

Ela pareceu surpresa:

– Estou bem e você?

– Bem também. Eu soube que você casou. Parabéns!

– Obrigada. Estou muito feliz, finalmente consegui deixar para trás coisas que fizeram mal …

Sua voz estava carregada de ressentimento. Ela dizia ter superado coisas que fizeram mal, mas estava claro que não.

– Que bom que você superou coisas que te fizeram mal, isso é realmente importante.

Me juntei a ela em sua mesa e começamos a conversar. Ela teria uma entrevista de emprego ali próximo, por isso estava na região.

Por outro lado, Bianca a todo momento reiterava como estava feliz e superou temas passados. Era inusitado perceber seu esforço em convencer a mim (ou a si mesma) de sua felicidade e superação de traumas:

– Estou realmente muito bem agora.

– Que ótimo, mas espero que você tenha boas lembranças também. O Zé também deve ter boas lembranças.

Zé era o gato de Bianca. Frequentemente ele nos via transar e Bianca ficou vermelha com o comentário. Quando não estava entre 4 paredes, ela era muito tímida, nem parecia a mesma pessoa.

Bianca estava corada e deu uma risada nervosa:

– Acho que isso é um sim. – comentei.

Ainda rindo, ela respondeu que sim.

– Saudades do Zé, posso passar lá qualquer hora para brincar com ele.

Bianca ainda estava corada e ria cada vez mais, sem dirigir o olhar a mim:

– Sim, sim, passa lá mais tarde.

E assim o fiz. Fui à casa de Bianca mais tarde naquele dia. Ela estava usando uma roupa confortável, mas perfumada e maquiada. Me aproximei de Zé e brinquei um pouco. Bianca apenas assistia com um leve sorriso no rosto.

Me aproximei e disse como ela estava cheirosa e ela agradeceu. Então nos beijamos. Bianca estava excitada, me encarava com o olhar inebriado de tesão. Seu corpo procurava pelo meu, seus movimentos eram ansiosos. Suas mãos passeavam pelas minhas costas, braços, peito. Eu já estava de pau duro e apalpava sua bunda. Bianca gemia levemente com esses amassos. Ela me encarou com tesão e passou a mão pelo meu peito, para beijá-lo em seguida e foi descendo até ficar de frente para o meu pau. Ajoelhada, Bianca me beijou por cima da cueca e a abaixou, tomando meu pau em sua mão. Ela olhou para o meu pau por alguns momentos e começou a mamar. Lambia minhas bolas e toda a extensão do meu pau até a cabeça. Seguiu por alguns minutos até que a levantei. Fomos até sua cama, ela usava uma lingerie preta. Tirei sua calcinha, seu mel estava por toda a parte. Ela parecia ansiosa, meti a língua naquela xoxotinha encharcada e Bianca começou a gemer alto. Dei pequenas lambidas e, rapidamente, Bianca gozou, lambuzando todo o meu rosto com seu líquido: vem, me fode, pediu ela. Me aproximei dela para beijar seu rosto enquanto ela segurava meu pau e colocava na entrada de sua xana. Meu pau não é exageradamente grande, mas Bianca é uma mulher pequena e sua bucetinha também. Quando transamos, boa parte do meu pau fica para fora, mesmo com a cabeça batendo no colo do útero.

Comecei a foder sua buceta no papai e mamãe. Bianca falava putarias isso, me fode bem gostoso. Uma das coisas boas de transar com ela era que ela sabia se comportar como uma vagabunda entre quatro paredes. Nem parece a mesma pessoa. Ela fala todo tipo de putaria que lhe vem à cabeça. Bianca então me pediu para pegá-la de quatro. Atendi seu pedido, ela se posicionou e começou a receber minhas estocadas. Eu metia com força, puxava seus cabelos e dava tapas na sua bunda. Bianca seguia falando sacanagem: me fode… isso … come essa putinha … adoro quando me come que nem vagabunda … arromba essa buceta para aquele corno… estava com saudades dessa rola grossa gostosa…

O repertório de putarias de Bianca era inesgotável. Ela gemia a cada bombada, até que pediu me dá esse leitinho gostoso..

Interrompi as estocadas e ela se ajoelhou diante de mim, de boca aberta, cara de gulosa. Estava batendo uma punheta diante dela até que anunciei que iria gozar. Bianca então abocanhou meu pênis e mamou até a última gota, para minha satisfação.


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