Uma Vida Liberal – Masturbação e fantasia

Delirando de tesão e desejo, minha imaginação foi além. Passei a imaginar o corpo nu de Carlos, no meu local de trabalho. Queria tocar seu pau, chupá-lo com vontade, e sentir ele dentro de mim.


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Uma Vida Liberal - Masturbação e fantasia
Uma Vida Liberal - Masturbação e fantasia

Olá queridos, estou de volta para contar pra vocês uma vez em que tive que me satisfazer sozinha, pois estava na casa dos meus pais, sem meu marido.

Pra quem não leu meus contos anteriores: Meu nome é Camila. Tenho 24 anos, 164cm de altura, 64kg, cabelos pretos, longos e lisos, pele branquinha, seios de médio para grandes, bumbum idem, olhos escuros. Sou casada há mais de 2 anos com o Thiago, meu namorado desde a época de escola, e sou uma esposa liberada.

No final do ano retrasado, durante os preparativos para o natal, passei a noite do dia 23 para o dia 24 de dezembro na casa dos meus pais, enquanto meu marido tinha que trabalhar e, por isso, não pôde ir comigo.

Como na época minha irmã ainda morava com meus pais, não havia quarto disponível para mim, então eu dormiria em um colchão que colocamos na sala. Durante a noite, após me deitar, estava conversando com o Thiago por whatsapp, e o assunto lentamente acabou partindo para fantasias sexuais.

Comentei, em tom de brincadeira, que percebi meu então chefe me olhando quando me abaixava para pegar algo no trabalho. Isso foi o suficiente para despertar o lado mais safado do meu marido, e ele começou a perguntar mais sobre, e querendo saber se eu teria coragem de fazer algo com o Carlos, meu chefe, que tem a minha idade e é um homem bem atraente.

Entrando no clima e, confesso, excitada pelos olhares de Carlos, disse a meu marido que com certeza teria coragem de ficar com meu chefe. Meu marido, então, começou a pedir para que eu imaginasse as muitas coisas que eu faria, e minha imaginação começou a fluir.

Eu estava na sala, deitada no colchão, usando uma camisola verde que eu adoro. A cor dessa camisola contrasta superbem com a minha pele, e o corte marca bem meu corpo, com um decote generoso que eu adoro e acinturada, com comprimento que mal cobre meu bumbum. Por baixo, vestia apenas uma calcinha verde de renda, confortável, mas com um toque de sensualidade.

Apesar de estar na sala, ao lado do quarto dos meus pais e do quarto de minha irmã, o tesão começou a falar mais alto. Minha imaginação me levou imediatamente para meu trabalho, e para os olhos gulosos do Carlos. A cada vez que eu lembrava de seu olhar em meu corpo, e imaginava ele disfarçadamente chegando mais próximo de mim até me encoxar levemente.

Segurando o celular com uma mão e ainda conversando com meu marido, minha mão instintivamente passou a explorar meu corpo. Eu tocava meu rosto, meus lábios, descia pelo meu pescoço. À medida que minha mão descia, meu tesão aumentava e minha pele se arrepiava. Quando cheguei em meus seios, era evidente minha excitação, com meus mamilos marcando a camisola.

Meu marido me dizia para imaginar as mãos de Carlos, e na hora senti que minha excitação marcava minha calcinha. Obediente, desci minha mão pela minha barriga até minhas pernas, suspirando de desejo e imaginando meu chefe ali, comigo totalmente entregue. Passei a subir minha mão novamente, até chegar em minha calcinha. Puxei ela de lado, e constatei que estava totalmente melada. Fotografei e enviei para meu marido o mel em meus dedos, e ele foi à loucura.

Comecei a me masturbar, a todo momento imaginando provocações para fazer com meu chefe, tudo a mando do Thiago. Imaginava abaixar de costas para ele, empinando bem gostoso. Imaginava passar com meu corpo colado ao dele, esfregando levemente. E quanto mais imaginava, mais meus dedos buscavam me dar o prazer que eu queria.

Delirando de tesão e desejo, minha imaginação foi além. Passei a imaginar o corpo nu de Carlos, no meu local de trabalho. Queria tocar seu pau, chupá-lo com vontade, e sentir ele dentro de mim.

Meus dedos já não eram o suficiente, mas não havia levado nenhum brinquedo. Lembrei, então, de um vibrador em formato de batom. Peguei na minha bolsa, então, um batom. Não vibrava, mas teria que servir.

Imaginando meu chefe metendo bem gostoso em mim, e mal conseguindo segurar meu celular, passei a me penetrar usando meu batom. Ia rápido, entrando e saindo, enfiando o máximo que meus dedos permitiam.

Nesse momento, fiz uma chamada de vídeo com meu marido. Usando um fone de ouvido para ouvir sua voz carregada de tesão, vendo a excitação que ele estava e controlando meus gemidos, meu tesão me fazia delirar.

Eu ouvia Thiago gemer de tesão, e me mandando imaginar dar para Carlos enquanto chupava ele. Eu mordia o travesseiro, buscando abafar meus gemidos já incontroláveis.

Meu batom, a essa hora, já escapava dos meus dedos, de tão encharcado. Uma mancha do meu mel era visível no lençol, e imaginar o pau do meu marido todo na minha boca, enquanto meu chefe me fode bem gostoso, batendo forte na minha bunda e puxando meu cabelo.

Minha bucetinha formigava, e senti meu orgasmo chegando. Quando começaram minhas câimbras nas pernas, gozei abundantemente. Minhas pernas estavam molhadas, eu já não tinha forças nos músculos, mas estava feliz e satisfeita.

Infelizmente nunca rolou nada com Carlos, mas tenho até hoje esse batom, que se tornou meu favorito rs

Bom pessoal, essa foi a história de hoje. Espero que gostem rs e como sempre, conto com os comentários para dicas e críticas. Ah, e me sigam no instagram também, @camila.colt


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