O ex-namorado cafajeste comeu o meu cuzinho

Entramos ansiosamente no apartamento e começamos a nos agarrar. Ele apertava minha bunda enquanto lambia meu pescoço. Doido para comer o meu cuzinho.


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O ex-namorado cafajeste comeu o meu cuzinho
O ex-namorado cafajeste comeu o meu cuzinho

Olá, hoje vou contar algo que aconteceu comigo na comemoração do aniversário de um amigo do Lucas, meu namorado. O ex-namorado cafajeste comeu o meu cuzinho.

Eu e o Lucas tínhamos combinado de jantar naquele dia, que era uma sexta-feira. Mas, uns dois dias antes, ele me avisou que seus amigos queria fazer uma festa porque era aniversário de um deles, o Gabriel. Contrariada, me arrumei para irmos, na data e horário combinados. Lá estava toda a turma de amigos do Lucas, alguns acompanhados de suas respectivas namoradas e outros, solteiros.

Era uma balada em uma casa noturna em um clube tradicional de São Paulo, tocando sertanejo universitário, que eu detesto. Enfim, toda aquela situação me causava grande irritação. Eu havia pedido ao Lucas que não demorássemos a ir embora, mas ele estava se divertindo entre os amigos. Começamos a beber assim que chegamos.

Eu estava bebendo cerveja, mas Lucas começou a beber destilados com seus amigos, em clima de comemoração, viraram alguns shots de tequila e Lucas se serviu de uma dose de uisque entre um shot e outro. Minha irritação só aumentava, pois o ritmo da bebedeira mostrava que Lucas provavelmente não estava disposto a ir embora cedo.

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Após algum tempo, fui ao banheiro e me afastei da pista de dança, onde estavam Lucas e seus amigos. A fila estava imensa mas, na saída, fui surpreendida ao encontrar um ex-namorado que não via havia muito tempo, o César.

Não posso dizer que a nossa relação não teve bons momentos, mas tenho mais recordações ruins do que boas daqueles tempos. O meu sentimento atual em relação ao César é de repulsa, não tenho a menor vontade de manter qualquer tipo de proximidade.

A verdade é que nós terminamos a relação quando eu descobri que ele transou com um amiga minha. A realidade é que ele era um grande cafajeste mentiroso que não tinha nada a acrescentar naquele momento.

Ele me abordou e eu cumprimentei, cordialmente. Ele tentou puxar assunto, mas desconversei e voltei para perto dos amigos do Lucas e do Gabriel. Permanecemos dançando, eu estava cada vez mais irritada pelo tempo que passava, pela bebedeira do Lucas e agora pela presença do César no local. Avisei ao Lucas da presença do César, mas ele não deu muita importância.

Enfim, decidi continuar bebendo minhas cervejas e matar o tempo, mas percebia os olhares de César a minha espreita a todo momento. Todas as vezes em que eu ia ao banheiro, ele me abordava e tentava se aproximar, mas eu me esquivava, aquilo já estava ficando chato.

O meu namorado não me dava atenção e o canalha do meu ex me dava atenção demais. Eu estava na TPM. Aquela situação me fazia transitar entre os extremos do tesão e da irritação.

Meu cuzinho

Em um determinado momento, fui ao bar buscar mais uma cerveja, e César se aproximou mais uma vez. Já irritada e sem alternativas, decidi responder a suas provocações:

– Sei que a gente não terminou bem, me desculpa por isso, eu não quis te machucar.

– Ta, ta bom… – respondi, irritada, cortando o assunto.

– A gente poderia pelo menos conversar…

– Eu não tenho nada para falar com você. O que passou é passado, não importa mais. Agora tenho um namorado que eu amo muito e estou feliz com ele.

Apesar da minha fala de contrariedade, César abriu um sorriso sarcástico, me encarando, e respondeu:

– Então, ta, que bom que você está feliz.

Saí do balcão e me afastei. Pude perceber os olhares gulosos de César fixados na minha bunda.

Quando voltei à pista, Lucas estava passando mal, vomitando. Aquilo me deixou profundamente irritada. Seus amigos disseram que iam levá-lo para casa e eu fiquei lá. Lucas tentou me beijar, mas me afastei, com nojo do vômito. Eu estava quase chorando com aquela noite horrível, quando César se aproximou novamente:

– Parece um partidão esse seu namorado, hem… – falou, sarcasticamente.

– CALA BOCA SEU MERDA! – e me afastei dele para ir embora também.

Fui chamar um Uber mas tinha muita gente na saída, os preços estavam muito altos e o tempo de espera também.

Era uma noite de merda, mas ainda poderia piorar. César passou de carro na frente da saída e me viu:

– Está esperando Uber?

– Sim – respondi.

– Não quer carona?

– Não, já chamei aqui, obrigada.

– Tem quanto tempo de espera?

– Bastante … – respondi, lacônica.

– Deixa de besteira, entra aqui logo.

Olhei para o aplicativo e vi que o motorista ainda ia demorar 20 minutos. Hesitei por um momento, mas aceitei.

Entrei no carro do César. Eu usava um vestido preto curto, pouco acima do joelho. Ele abriu um sorriso largo assim que entrei no carro:

– Eu sabia que você terminaria a noite no meu carro!- disse ele, apalpando a minha coxa esquerda desnuda.

– Não me faça me arrepender de ter entrado neste carro! – respondi, profundamente irritada e excitada.

Ao longo de todo o percuso, César procurou explorar meus pontos fracos, criticando a bebedeira de Lucas:

– Não era isso o que voce esperava da sua noite hem.

– Nem me fale, o Lucas foi um babaca!

Dito aquilo, César me olhava como se visse no comportamento de Lucas uma brecha para conseguir me comer.

– É, ele não te ouviu, não te respeitou. Eu nunca faria isso com você.

– Não, você só transaria com a minha amiga! – respondi, mais uma ves irritada.

– Eu sei que não justifica os erros que eu cometi. Mas nunca te abandonei em algum lugar que fomos. – ele falou isso me olhando nos olhos. Seu olhar transmitia tanto tesão que fiquei paralisada. Ele então aproximou seu rosto do meu e me beijou, ao que eu correspondi imediatamente, animada com a bebedeira.

Eu estava muito excitada, César me beijava e levava as mãos aos meus seios, àquela altura já enrijecidos pela situação. Meu cuzinho piscava.

Ele nos conduziu até sua casa.

No elevador, ele me deu um beijo ardente, e aproveitei para apalpar seu pau já duríssimo por cima da calça.

Entramos ansiosamente no apartamento e começamos a nos agarrar. Ele apertava minha bunda enquanto lambia meu pescoço. Sua mão passava ligeiramente na entrada do meu cuzinho. Eu sentia seu pau, ainda dentro da roupa, contra o meu corpo. César então me empurrou na cama e tirou minha calcinha, sem tirar meu vestido e começou a me chupar vorazmente.

Eu tinha tanta raiva dele que tinha esquecido como ele era gostoso.

Comecei a gemer alto, já estava muito excitada a hora que ele iniciou a chupada. Ele caiu de boca com gosto, se lambuzou na minha xota e no meu cuzinho. Eu gozei muito rápido, acredito que em menos de 5 minutos de chupada. César pareceu surpreso com a velocidade com que gozei e parou o que estava fazendo enquanto eu tomava fôlego.

Quando me recuperei, voltei a beijá-lo e segurei seu pau duríssimo, punhetando-o. Ele acariciava meus mamilos, eu estava muito excitada e sentei naquela rola gostosa. Com as mãos apoiadas no peito de César, comecei a cavalgar e rebolar enquanto ouvia seus gemidos deliciosos. Eu suspirava e, vez ou outra, César levava meus seios à boca e lhes dava lambidelas.

Ele então pediu para me comer de 4 e eu me posicionei para receber novamente seu membro. Antes de me penetrar, César deu uma longa lambida no meu cuzinho e introduziu dois dedos.

Estava gostoso, mas eu não queria dar o cuzinho naquele dia. Disse isso a ele e ele pareceu se conformar mas, para minha surpresa, senti seu pau forçando a entrada do meu cuzinho. Tentei impedir mas, depois que senti que a cabeça já havia entrado, tentei relaxar. Doeu um pouco no começo, mas depois me acostumei a levar pau no cuzinho.

Eu soltava gemidos abafados com as estocadas de César e ele aproveitava para bater na minha bunda:

– Quer dizer que você ama o seu namorado, né sua safada? – me perguntou sarcasticamente, com a voz ofegante.

Empalada por outro homem, apenas respondi, laconicamente:

– Amo.

Nessa hora, Cesar intensificou os movimentos no meu cuzinho e eu gozei no seu pau. Logo depois, ele também gozou, dentro do meu cuzinho.

Descansei por um momento e depois me vesti, para ir embora sem me despedir.

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