Na quarentena, meu cunhado arrombou meu cuzinho.

Uma coisa que ele sempre cobiçou foi meu cuzinho. Que ainda é virgem, já que quando meu marido tentou, a dor ou meu medo, sei lá, foi tão aterrador que nunca mais deixei.


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Na quarentena, meu cunhado arrombou meu cuzinho.
Na quarentena, meu cunhado arrombou meu cuzinho.

A pandemia desse vírus está causando um desastre jamais visto. A TV e internet só falando nisso. Em isolamento, o jeito é ler contos aqui no site. Que acaba aumentando a libido e vontade de transar. Infelizmente, não dá para estocar amantes. Principalmente para casada como eu, com marido que não é de bater ponto em casa, com casos extraconjugais confirmados.

Ainda bem que tem o irmãozinho do meu esposo, com quem tenho um caso secreto. Com tanto desejo e vontade que até me fez aposentar o vibrador, meu companheiro de muitos anos. Ultimamente, o garoto que vive com meus sogros, sem aulas na faculdade, vem todos os dias em casa. Quando ninguém está vendo, ele me agarra, fica encoxando, engatando como um cachorro tarado tentando pegar uma cadela no cio.

Uma coisa que ele sempre cobiçou foi meu cuzinho. Que ainda é virgem, já que quando meu marido tentou, a dor ou meu medo, sei lá, foi tão aterrador que nunca mais deixei. Com Pedrinho, irmão do meu marido então, nem pensar. Seu falo tem a forma de berinjela invertida, grossa na ponta e já dói só de pensar aquilo entrando no meu fiofó.

Para quem já leu meus outros relatos, sabe que tenho 31 anos, alta, castanha clara com cabelos tingidos ora de loira, ora de ruiva. Marido 15 anos mais velho e dois filhos. A empresa do meu esposo deu férias coletivas e para ele, está sendo sendo insuportável ficar em casa. Coisa que deve estar acontecendo em muitos lares.

Como foram confirmados alguns casos em nossa cidade, meus sogros que estão no grupo de risco, resolveram se isolar mais na chácara que temos no município vizinho, bem menor e por enquanto, ainda livre de contaminação. Meu marido adorou a ideia, já que junto com o pai, estão ampliando a casa. Como esquecemos várias coisas em casa, fiquei de ir buscar. Meu marido então, mandou que seu irmãozinho fosse junto para me ajudar. Tadinho, nem sabe o que está facilitando.

Mal chegamos, já fomos pelados para a cama, onde mãos e bocas trabalharam sem parar um no outro. Após essas preliminares, lá estava eu, deitada de costas, pernas abertas, pronta para receber meu cunhadinho dentro de mim. Ele já veio todo tarado, enfiando a vara grossa, que desliza raspando nas minhas carnes íntimas, enchendo a perseguida de forma justa, esticando a pele da entrada ao máximo.

Se durante anos, usei um consolo de borracha, ter Pedrinho como amante foi muito melhor. Senti-lo dentro de mim, de forma pulsante, com calor humano e seu corpo grudado no meu, proporcionou bons orgasmos e satisfação sexual. Como estava acontecendo agora, uma vez mais. Ele metendo com vontade e eu embaixo, aparando suas estocadas, a bocetinha esfolada pelo entra e sai. Ambos respirando alto, pulmões à toda em busca do ar para tamanha cópula.

Como sempre, fomos para a segunda fase. A de eu buscar novos orgasmos sendo possuída de quatro. Ter ele metendo por trás, possibilita que seus dedos possam manipular meu grelho, causando uma onda de choques genitais. Invariavelmente, com gozos infinitos. Acabei chegando a um clímax tão forte que me deixou mole, exausta. Nem percebi quando o safadinho estava enfiando o dedo indicador no meu cuzinho.

Já fez isso outras vezes e na hora, minha vontade foi de como sempre, mandar ele parar com aquilo. Todavia, senti algo diferente, esquisito. Relaxei e deixei que continuasse. O cunhado iniciou um puxa empurra agora até prazeroso. Confiante pela falta de reação de minha parte, ousou mais, colocando agora dois dedos. Eu ali quieta, imóvel, tomada por novas sensações, deixando ele avançar.

– Berta, deixa eu comer teu cuzinho, deixa.

– Ah, não Pedrinho. Não quero, dói demais!

– Ah, Berta, só um pouquinho. Se eu colocar, já gozo em seguida. Deve ser gostoso demais!

– Tá louco, Pedrinho. Teu pinto é grosso demais. Isso nem entra aí atrás!

– Entra sim, Berta. Olha, vamos tentar assim. Eu fico parado e você vem por cima controlando, tá bom? Se doer você mesmo para. Tá bom?

O garoto foi até a cozinha e trouxe um monte de margarina na mão esquerda. Com a mão direita, ficou passando no pinto, deixando ele todo melecado. Com certeza, já tinha planejado isso mentalmente. Veio untando margarina gelada no meu cuzinho também, empurrando para dentro com a ponta do dedo. Deitou de costas na cama e chamou:

– Vem!

Como fiquei indecisa, pensando se ia ou não, ele repetiu o chamado:

– Vem! Não tenha medo! Muitas mulheres fazem e gostam.

Ainda cheia de dúvidas, coloquei as pernas em volta do seu quadril, e fui descendo. Pedrinho segurava a ¨berinjela¨, mantendo apontada para cima. Quando a ponta rombuda encostou no anelzinho, a piscadela no cu foi instintivo. Fui sentando, sentindo o cilindro grosso forçando a entrada. Baixei um pouco mais e a esticada das pregas ardeu. Algo suportável que não impediu que eu continuasse. Até que a cabeçorra entrou!

Uau! Foi uma fisgada de dor. Parei até de respirar, os ombros retesaram. Todo pavor voltou. Fiquei imobilizada e pensei em desistir. Tudo que pensei na hora foi que era pura besteira o que estava fazendo. Se outras mulheres faziam ou não era problema delas. Se as atrizes pornôs aguentavam verdadeiros monstros no rabo, para mim tanto fazia como fez. O cu que estava sendo invadido era meu. E estava doendo!

Parar foi bom. Fez me acostumar com a invasão, além da dor ter diminuído bastante. Pisquei o fiofó e senti algo totalmente novo. De estar com o cu totalmente preenchido. Diferente de quando a gente evacua. Ao sentar mais, a coisa entrava ao invés de só sair. Mesmo arfando, passei a descer mais e mais. O cunhadinho por baixo, empurrava o quadril para cima, fazendo com que sua berinjela entrasse mais e mais. Ficamos assim, nessa brincadeira que laceava meu cuzinho virgem.

Eu já subia e descia com vontade. Até a dor era prazerosa. Com as mãos, tocava siririca enquanto me empalava na vara do garoto. Ele me empurrou e só percebi o que ele queria ao já termos mudado de posição. Eu novamente de quatro, com travesseiros no ventre. Pedrinho me enrabando de quatro, por trás, na posição de macho dominante. Isso permitia que ele metesse fundo, o que me deixava até com falta de ar. Acabei gemendo em agonia, ao ser sodomizada de forma animalesca.

– Que cu gostoso! Ahh, que cu apertado! Quente, ahh, quente, gostoso, gostoso ahh, demais!

Pedrinho resfolegava grudado nas minhas ancas. Eu sentia dor mas também, que um orgasmo estava a caminho. Fiquei tocando o grelo freneticamente, até que ele chegou. Forte, intenso como nunca senti. Tudo embaixo piscou. Desabei trazendo junto Pedrinho, engatado em mim. Eu ali esborrachada como uma boneca inflável e ele, metendo, metendo e metendo. Foi quando a dor ficou forte, insuportável. Passei a gritar para ele parar, para ele tirar. Para minha sorte, ele então gozou. Ejaculou sem parar, enchendo minhas tripas de gala. Soltou todo seu peso em minhas costas. O falo grosso enterrado até o fundo das minhas entranhas.

Minha primeira reação foi fazer força, como estivesse evacuando. Sim, eu estava cagando a ferramenta dele. Que continuava dura e ia sendo expulsa do meu cuzinho judiado. Ao ir ao banheiro, senti melhor a dor. Que me fez andar meio de lado. No espelho vi o estrago. Um buracão como jamais eu tinha visto…

Doeu sim. Mas foi incrivelmente prazeroso. No momento, não quero repetir. Mas com certeza, vou fazer de novo. Quem sabe com alguém com um pinto mais fino…


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