Deborah Secco diz que fazia sexo 10 vezes por dia


Deborah Secco: Revista Trip

Em entrevista ao canal do YouTube de Sabrina Sato, a atriz Deborah Secco revelou que, no início do relacionamento com Hugo Moura, hoje seu marido e pai de sua filha, Maria Flor, 4, o casal transava em média dez vezes por dia.

“Engravidei com dois meses de namoro, então a gente transava dez vezes ao dia, quando transava médio. A gente estava naquele momento em que só transava. Depois, a gente começou a conversar, transar e cozinhar, transar e ver um filme, mas antes era só transar.”

A declaração acabou causando polêmica nas redes sociais, e a atriz foi ao Twitter para rebater as críticas que recebeu. “Nasceram da fotossíntese dos pais, né?”, escreveu.

Afinal, existe uma frequência ideal?

Diversos estudos já tentaram responder a essa pergunta. Um deles, por exemplo, realizado pela Universidade de Toronto, no Canadá, revelou que o ideal é transar uma vez por semana.

Para chegar a esse resultado, os pesquisadores analisaram dados de 30 mil americanos, coletados durante mais de 40 anos, para estabelecer a relação ideal entre sexo e felicidade. O estudo também mostrou que fazer sexo mais do que uma vez por semana não estava relacionado, necessariamente, a uma percepção mais alta de felicidade.

Por outro lado, a prática sexual não significa que a pessoa seja mais satisfeita. Uma pesquisa, realizada na Universidade Carnegie Mellon, nos Estados Unidos, concluiu que o ato sexual, sozinho, não é responsável por aumentar o nível de felicidade.

A pesquisa foi feita com 128 casais heterossexuais, de idades entre 35 e 65 anos, que foram divididos em dois grupos aleatórios. Um deles não recebeu qualquer instrução quanto à quantidade de vezes que poderia ou deveria fazer sexo.

Ao segundo grupo, no entanto, foi pedido que dobrasse essa frequência.

Assim, o segundo grupo fez mais sexo do que o outro, no entanto, seus níveis de percepção de felicidade não foram mais altos quando comparados ao primeiro.

Na verdade, até decaíram um pouco, levando os pesquisadores a acreditarem que a “obrigação” de transar o dobro de vezes pode ter roubado o desejo e a satisfação do casal.

Há algum risco para a saúde?

Quando feito com proteção e respeitando o(a) parceiro(a), o sexo é prazeroso e faz bem à saúde.

No entanto, quando o ritmo das transas é alto —como no caso de Deborah— os órgãos sexuais podem acabar sofrendo um pouco. Isso porque o “excesso de uso” pode provocar irritação, desconforto e até um processo inflamatório tanto no pênis como na vagina.

De acordo com Jairo Bouer, a troca de bactérias que acontece naturalmente durante a transa também favorece o aparecimento de infecções urinárias em pessoas com tendência ao problema, já que esses microrganismos podem acabar entrando em contato com a uretra no ato. Por isso, é recomendado que, a pessoa procure um médico para avaliar o problema.

Fonte: Uol


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